Ingredientes do Filé-Mignon ao Molho Maturine:
- 1 peça filé-mignon
- Sal e tomilho fresco
- Óleo para fritar
Molho maturine:
- 3 colheres (sopa) manteiga
- 80 g uvas-passas
- 3 colheres (sobremesa) pimenta-branca em grãos
- 180 g de mel
- 2 doses conhaque
- 2 ou 3 conchas molho röti
Batatas Gratinadas:
- 700 g batatas cortadas em fatias bem finas
- Água e sal para cozinhar as batatas
- Manteiga para untar a assadeira
- 15 ovos
- 1 litro leite
- 50 g queijo parmesão ralado
Modo de Preparar o Filé-Mignon ao Molho Maturine:
- Tempere o filé com sal e tomilho e doure em uma frigideira com óleo.
- Leve ao forno alto por 10 minutos.
Molho maturine:
- Coloque a manteiga em uma frigideira, junte as uvas passas, a pimenta bem quebradinha e o mel.
- Refogue um pouco e flambe com o conhaque.
- Adicione o molho rôti e deixe apurar por 2 minutos.
Batatas gratinadas:
- Cozinhe as batatas fatiadas e coloque em uma assadeira untada.
- Bata os ovos com o leite, despeje sobre a batata, polvilhe queijo parmesão e leve ao forno médio por 25 minutos.
Fonte: Chef Léo Filho – http://www.lechef.com.br
Batata:
Depois do trigo, do arroz e do milho, a batata é o quarto alimento mais cultivado no mundo.
Nada mal para um tubérculo milenar, que enfrentou calúnias séculos atrás, acusado até de causar lepra.
Embora de origem sul-americana (surgiu na região dos Andes), a batata comum, conhecida também como batata-inglesa, é de cultivo relativamente recente no Brasil: foi trazida por europeus que se instalaram no sul do país.
Pobre em gordura e rica em amido, que chega a compor 80% de seu peso seco, ela contém vitaminas e minerais.
Para evitar a perda de nutrientes, o ideal é que seja cozida com casca, inteira, ou preparada no vapor.
A seguir, algumas variedades de batata, outros tubérculos similares e uma raiz aparentada, com dicas de preparo do Chef Carlos Ribeiro, do restaurante paulistano Na Cozinha.
Batata-doce:
Diferentemente da batata-inglesa, que é um tubérculo (caule subterrâneo), a batata-doce é uma raiz rica em fibras, de polpa branca e cremosa e sabor adocicado.
Carlos Ribeiro conta que na Paraíba, sua terra natal, a variedade roxa é servida cozida, frita com manteiga ou como doce.
Monalisa:
É a variedade mais plantada no país.
Tem formato oval e alongado, com polpa e casca amarelo claro.
Apresenta boa consistência quando cozida e é indicada para o preparo de purês e saladas.
Asterix:
De formato oval e comprido, tem casca avermelhada e polpa amarela claro.
Resiste relativamente bem ao congelamento.
“É muito boa para fritar, principalmente com casca”, ensina Ribeiro.
“Como tem menos água que outras variedades, a Asterix é excelente para purês; no nhoque, é nota 10.”
Yacon:
Muito apreciado no Japão, esse tubérculo ganhou no Brasil o apelido de batata diet, por apresentar baixo teor calórico.
Com sabor delicado, que lembra pera, é consumido cru.
Suas folhas são indicadas para o tratamento do colesterol e diabetes.
“Os japoneses também o utilizam na produção de macarrão”, diz o Chef.
Bolinha:
Trata-se da batata-inglesa em dimensões reduzidas.
“Como é pequena e delicada, torna-se ideal para conservas, marinadas e acompanhamentos”, explica o Chef do Na Cozinha.
Batata-baroa:
A famosa mandioquinha, de origem andina, é fina e comprida, com casca e polpa bem amarelas.
Seu amido é facilmente digerido e por isso é indicada na alimentação de crianças e convalescentes.
“É excelente no preparo de purês e de sopas”, ensina Ribeiro.